2ª VIA DE BOLETO

Oito mitos sobre o HIV

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), 35 milhões de pessoas já perderam a vida por causa da AIDS. No ano passado, foram quase 1 milhão de mortes relacionadas ao HIV em todo o mundo. Atualmente, há cerca de 37 milhões de pessoas vivendo com o vírus.

No Dia Mundial de Luta Contra a Aids desmistificamos algumas afirmações equivocadas que alimentam o preconceito e o estigma sobre como é ser contaminado e viver com o HIV.

Mito 1: “É possível contrair o vírus estando perto de pessoas HIV positivo”

O HIV não é ser transmitido por contato com a pele. Ele não se espalha pelo toque e nem por meio de lágrimas, respiração, suor, saliva ou urina. O HIV é transmitido por meio da troca de fluidos corporais com indivíduos infectados, como sangue, sêmen, fluido vaginal e leite materno.

Mito 2: “Remédios alternativos podem curar a Aids”

Terapias alternativas, orações, tomar banho depois do sexo ou transar com uma virgem não surtem efeito contra o HIV.

Mito 3: “Mosquitos podem espalhar o HIV”

Embora o vírus do HIV seja transmitido por meio do sangue, você não pode contraí-lo ao ser picado por insetos que se alimentam do sangue humano.

Mito 4: “Não se contrai o HIV via sexo oral”

Apesar dos riscos de infecção por meio do sexo oral serem menores do que em outras modalidades, você pode contrair o vírus fazendo sexo oral com um homem ou uma mulher que seja HIV positivo.

Mito 5: “Não serei contaminado se usar preservativo”

Os preservativos podem falhar em evitar a exposição ao HIV caso rasguem, escorreguem ou vazem durante o ato sexual. Por isso, faça o teste de HIV!

Mito 6: “Sem sintomas, sem HIV”

Um indivíduo pode viver 10 ou 15 anos com o HIV e não apresentar sintomas. Sem tratamento, o quadro pode avançar para doenças graves como tuberculose, meningite criptocócica, infecções bacterianas e cânceres, como linfomas e sarcoma de Kaposi, entre outros.

Mito 7: “Pessoas com HIV morrerão jovens”

Pessoas que sabem ser soropositivas e que aderem ao tratamento vivem cada vez mais de forma saudável. A terapia antirretroviral reduz a quantidade de HIV a um nível que torna o vírus indetectável em exames de sangue – fazendo com que essas pessoas não transmitam a doença, mesmo fazendo sexo com pessoas HIV negativas. No entanto, se interromperem o tratamento, os níveis de HIV podem se tornar detectáveis ​​novamente.

Mito 8: “Mães com HIV sempre infectarão os filhos”

Não necessariamente. Mães com vírus suprimido podem ter bebês sem transmiti-lo.

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