2ª VIA DE BOLETO

Vacina contra sarampo pode ser aplicada em adultos e crianças

Infelizmente o Brasil assiste ao retorno do sarampo, infecção grave e altamente contagiosa que já foi considerada “doença comum na infância” e que foi eliminada do país em meados dos anos 1990. São dois surtos em Rondônia e no Amazonas, além alguns casos registrados no Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Para controlar a doença é importante que haja um aumento nas taxas de vacinação.

O sarampo é uma doença causada por um vírus, com sintomas que começam com febre, acompanhada de tosse persistente, irritação ocular e corrimento no nariz. Manchas vermelhas na pele são uma característica conhecida da doença. Elas aparecem primeiro no rosto e vão em direção aos pés.

A doença pode causar infecção nos ouvidos, pneumonia e convulsões, atingir as vias respiratórias, causar diarreias e até infecções no encéfalo. No limite, a doença provoca lesão cerebral e morte.

Confira, abaixo, algumas perguntas e respostas importantes sobre a infecção:

Quem pode pegar sarampo?
Qualquer pessoa, adulto ou criança. A transmissão ocorre diretamente, de pessoa para pessoa, por tosse, espirro, fala ou respiração. Por isso, a doença é considerada altamente contagiosa e a única forma efetiva de prevenção é a vacina.

Quem pode tomar a vacina?
Pessoas de todas as idades. A rede pública disponibiliza duas doses para os indivíduos entre 12 meses e 29 anos, mas é possível obter a vacinação gratuita até os 49 anos (nesse caso, uma dose é administrada). Pessoas com mais de 50 anos que nunca pegaram a doença e não foram imunizados podem também ser vacinados.

Quem não pode?
Gestantes, casos suspeitos de sarampo, crianças menores de seis meses de idade e pessoas imunocomprometidas (com doenças que abalam fortemente o sistema imune).

Não lembro se tomei a vacina. Devo tomar?
Em dúvida sobre ter tomado a vacina ou se teve a doença no passado, vale ser imunizado.

A vacina é segura?
Sim, pois é feita de vírus atenuado (enfraquecido) e em décadas de imunização no mundo inteiro foram reportados apenas casos de alergia a produtos do leite contidos na vacina. No entanto, existem hoje vacinas sem traços de proteína do leite da vaca.

A vacina tem reforço?
Não. Duas doses valem para a vida inteira. Quem já teve a doença também está protegido.

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