A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estabeleceu que, entre maio de 2025 e abril de 2026, o reajuste máximo dos planos individuais e familiares será de 6,06%. A medida vale para cerca de 8,6 milhões de beneficiários, ou 16% do total de usuários de planos de saúde no país.
Os planos coletivos (empresariais ou por adesão) não seguem esse teto — nesses casos, o reajuste é negociado diretamente entre empresas e operadoras.
Como a ANS chega a esse percentual
O cálculo combina:
- A variação das despesas assistenciais (custos médicos e hospitalares, frequência de uso, insumos etc.);
- A inflação medida pelo IPCA, com ajustes para evitar dupla contagem.
Em 2024, as despesas assistenciais cresceram cerca de 9,35%, mas o teto foi fixado abaixo desse valor para equilibrar custos e acessibilidade. O índice de 6,06% é menor que o reajuste autorizado no ano anterior (6,91%).
Quando o reajuste entra em vigor
O aumento só pode ser aplicado no mês de aniversário do contrato.
Se o contrato faz aniversário em maio ou junho, a cobrança pode começar em julho ou agosto, com valores retroativos.
O beneficiário deve conferir se o reajuste não ultrapassa 6,06% e se foi aplicado corretamente. Caso contrário, pode registrar reclamação na ANS.
O que muda para beneficiários e operadoras
- Consumidores: ganham previsibilidade e proteção contra aumentos abusivos.
- Operadoras: precisam otimizar custos e eficiência para manter equilíbrio financeiro.
- Múltipla Benefícios: reforça seu papel de orientar clientes sobre contratos, reajustes e alternativas de migração de planos.
O novo teto de 6,06% busca equilíbrio entre a sustentabilidade das operadoras e a proteção ao consumidor.
A Múltipla Benefícios segue comprometida em oferecer transparência e apoio para que seus clientes façam sempre as melhores escolhas em saúde. A Multipla está a disposição para lhe ajudar com todas as dúvidas, conheça agora a Multipla e não perca nenhuma oportunidade.
Fonte: G1 e GOV



